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Fanfics
Para quem tem o hobby de escrever e sempre acaba incluindo o universo de RE em seus textos, de poesias e crônicas a novelizações.
For those who have the writing hobby and always ends up including the RE universe in your texts, from poetry and stories to novelizations.

 

[EM PROGRESSO] Fanfic: "Desespero Fatal"
Avaliação do Usuário: / 3
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Escrito por Squaare   

PRÓLOGO

Quando a gente assiste a morte de uma pessoa de perto, nós nunca esquecemos, como por exemplo, a nossa primeira transa. Transamos inúmeras vezes, e não lembramos de todas. Mas quando a gente vivencia a morte de perto, nós lembramos de todas elas, sem exceção.

Eu corria incansavelmente pelas ruas escuras. Virei à direita, e entrei em um beco mal iluminado, atravessando com cautela, certificando de que não tinha ninguém ali. A próxima rua estava inteiramente destruída. Os jardins estavam sujos, e alguns apresentavam corpos caídos ao chão. No meio da rua, carros destruídos com janelas quebradas e portas abertas, que provavelmente foram saqueados, permaneciam ali, com o farol ligado, iluminando parte da rua. Parei de correr imediatamente e comecei a andar com passos apressados. Eu estava ofegante e inteiramente suada. Não havia nenhum ser na rua.
As casas estavam com as portas arrombadas, janelas destruídas, luzes apagadas, porém destruídas. Somente alguns postes estavam iluminando a estreita rua. Olhei de perto um dos corpos que estava jogado no jardim de uma das casas. Parte de seu rosto estava inteiramente machucado e a outra parte faltava. Eu já havia acostumado com esse tipo de situação, depois de tudo que passei.
Após atravessar o carro que estava com o farol aceso, dei uma olhada dentro dele, em busca de alguma coisa que pudesse me ajudar. Não havia absolutamente nada. Recomecei a minha caminhada e ouvi um barulho que vinha do céu. Algo chiando.
Meu coração disparou ao ver uma luz fluorescente subindo verticalmente pelo horizonte. Estava na hora. Comecei a correr desesperadamente pelo restante da rua, em busca da luz que iluminava parte do horizonte e de todo o meu coração.



Capítulo I – Encurralados

Independente do perigo, morrerei lutando, pela vida dos meus filhos, pelo meu marido, pela minha família e por último pela minha vida. O desespero de uma pessoa pode ser fatal, independente das conseqüências.

Estavam tentando arrombar a porta novamente. Não iria agüentar muito tempo.
Júlia, estava ao meu lado segurando a minha mão. Sua mão estava trêmula e suada devido ao medo que ela sentia. Senti uma onda de tristeza por ela ter que passar por tudo isso que a cidade inteira estava passando.
César estava a minha frente, com um pedaço de cano em mãos. Parecia que ele estava confiante ao lado do pai, Jacob, que estava com a arma apontada em direção a porta.
Estávamos em uma cozinha de um grande restaurante, nos escondendo de monstros que perambulavam a cidade atrás de carne humana. Monstros = Zumbi, melhor especificando.
A cozinha era bastante iluminada – devido aos azulejos brancos que estavam em todo o redor – e ventilada. Era coberta por balcões, armários, pias, potes com ingredientes, entre vários outros objetos. Havia três portas: uma estava a nossa frente, que dava ao saguão do restaurante; a segunda dava a um beco, onde provavelmente, os cozinheiros o usavam para colocar sacolas de lixo, mas estava trancada; a terceira dava a uma pequena sala, onde provavelmente o chefe da cozinha ficava, que também estava trancada.
Antes de estarmos na cozinha, eu, Jacob, César e Júlia, estávamos jantando quando alguns zumbis começaram a se jogar na janela. Alguns entraram no restaurante, espalhando pânico a todos os clientes que ali estavam. Lembro–me perfeitamente de suas feições: olhos brancos – que dava a característica de serem mortos –, cheiro de podridão, roupas sujas e rasgadas, e andavam como sonâmbulos, de braços erguidos, gemendo. Em alguns deles, saíam sangue – de alguma outra pessoa – de suas bocas, pois estavam babando.
Os clientes não eram tão numerosos. Alguns seguiram ordens dos garçons e foram diretamente ao segundo andar, e se trancaram por lá. Eu e minha família, que estávamos em uma mesa perto da cozinha, decidimos tomar um rumo diferente. Trancamos-nos ali, e agora tudo parecia estar perdido. Estávamos sem saída. Estávamos desesperados. Estávamos à beira da morte.
A porta estava prestes a ser arrombada, e todos nós estávamos preparados. Peguei uma faca que estava sobre uma pia, logo ao meu lado, e fiquei em posição de ataque. Eu iria proteger minha família, junto com Jacob.
Um barulho ínfimo, preencheu a cozinha. Era barulho de chaves. Todos nós olhamos para a segunda porta – que levava ao beco. A maçaneta estava girando lentamente. Jacob, imediatamente, mudou a sua posição e mirou a arma em direção a porta que estava prestes a ser aberta.
Era o garçom que serviu a nossa mesa. Seu rosto estava pálido e suado, e sua pele – que anteriormente era branca – estava pálida. Ele fez um gesto para todos o seguirem e por questão de segundos, a porta em que os zumbis tanto fizeram questão de entrar, foi arrombada.
Júlia começou a gritar desesperadamente. Jacob pegou a mão de César e foi até a única saída que tínhamos. Peguei Júlia e rapidamente coloquei em meu colo. Os zumbis estavam a centímetros de distância. O cheio de podridão invadira o cômodo. Os gritos de Júlia me fez ficar nervosa, e logo apertei sua cintura com força, dando um sinal para ela parar de berrar em meus ouvidos. Na corrida para a única saída, desviei das pias que estavam no meio da cozinha e fui em direção a porta. O pálido garçom a fechou imediatamente e a trancou. Estávamos salvos graças a ele.

 




Capítulo 2

O estranho disso tudo, é que tudo aconteceu muito rápido, de repente. Era tanto sofrimento e terror de uma vez só, que isso me fez ficar mais unida com a minha família e mais sedenta, a procura de informações que me revelasse os motivos e a verdade disso tudo.

O tempo em que permanecemos na cozinha claustrofóbica do restaurante, tudo havia se transformado em um caos. As ruas estavam reviradas. Carros estavam capotados, abandonados, cacos de vidro estava espalhado em toda a rua, folhas de jornais voavam solitariamente. As pessoas já haviam fugido daquele terror. Mas nem todas. Algumas pessoas permaneciam deitadas, e provavelmente estavam machucadas ou se sentindo mal. E até mesmo pensei – combatendo a minha incontrolável vontade de pensar – se eles estavam mortos. Mas, ao sairmos do beco e aproximarmos mais perto da rua, percebi que eles realmente estavam mortos.
Imediatamente, tampei os olhos de Júlia – que ainda permanecia em meus braços – com a mão esquerda, impedindo que ela vivenciasse aquela cena apavorante. Os mortos ao chão estavam com graves feridas por todo o corpo. Estavam faltando pedaços, mas sem nenhum motivo aparente para aquilo.
–Aqueles zumbis... – disse o garçom em voz baixa com um tom ameaçador.
Sim, havia um motivo aparente em que eu não pensara. Lembrei dos zumbis que estavam trancados na cozinha do restaurante. Ficariam ali por um bom tempo até que a resistente porta dos fundos fosse arrombada. Fundos... ? Coloquei Júlia no chão imediatamente ignorando as conseqüências após pós–traumáticas.
–Ei! – chamei o garçom sem ao menos saber o seu nome. Ele olhou diretamente para mim. Minha voz estava trêmula com um tom de pânico. – A porta dos fundos do restaurante fora trancada, mas e a porta da frente?
Seus olhos se arregalaram e sua fisionomia ficara pálida de repente. Estava visível que ele esquecera deste detalhe. Subitamente, ele passou por nós e voltou até o restaurante correndo.
Avançamos desesperados até a porta do restaurante. Os zumbis já estavam avançando em nossa direção e percebi que o garçom estava imóvel, espantado com a cena em que via. Os zumbis estavam avançando cada vez mais até que tomei uma iniciativa.
–Tranque! – gritei e ele olhou imediatamente para mim. Júlia soltou um gemido recuando para trás, indicando que os zumbis que estavam saindo da cozinha estavam cada vez mais perto de nós. O garçom trêmulo tirou a chave do bolso de seu uniforme – calça e sapatos pretos e uma blusa amarela com o logo do Golden Restaurant.
Aquela lerdeza e dificuldade do garçom me incomodou de tal maneira, que, com um movimento brusco, arranquei as chaves de sua mão e fui em direção a porta, trancá–la. Eu não sabia qual chave que era, e nem me dei o trabalho de perguntar, pois os zumbis se jogaram contra a porta me derrubando no chão. Eles conseguiram, estavam próximos a nós e do lado de fora do restaurante.
Jacob já havia tirado Júlia e César de perto e o garçom puxava os meus braços para me manter longe deles. Levantei–me rapidamente e virei para trás. Um susto me imobilizou por poucos segundos. Os mortos que recentemente estavam deitados na rua, se arrastavam e outros se levantavam tentando estar próximo a mim e do garçom. Eram zumbis também? Eram, seus olhos estavam brancos e os que levantaram, andavam como sonâmbulos. Gemidos horripilantes invadiram a rua.
O garçom puxou os meus braços, me afastando daquele terror. Ele corria e eu o seguia até uma grande porta dupla, que nos levava a entrada de um grande hotel – Golden Palace.
Jacob fechou a porta e, junto com o garçom – que estava se mostrando eficiente – fizeram uma barricada contra a porta com os móveis de luxo que ali se encontravam. Os zumbis protestavam e tentaram – como todas as outras tentativas anteriores – arrombar a porta.
Mas nós não estávamos seguros.
Do outro lado do saguão, perto da escadaria e dos elevadores, mais zumbis – que entre eles parecia estar os seguranças e a recepcionista da entrada do hotel – avançavam em nossa direção.
Júlia e César vieram ao meu lado procurando proteção. Estávamos presos. Zumbis tentavam arrombar a porta atrás de nós – mas a barricada protegia –, e o outro grupo de zumbis avançavam do outro lado do saguão em nossa direção.
Mas, enfim, a salvação chegou. Ouvíamos disparos de ambos os lados do outro lado do saguão e vimos zumbis e zumbis caindo, um por um, ao chão, até não restar nenhum de pé.
Minha família e o garçom estavam a salvos, graças a dois seres que apareceram em frente aos zumbis caídos ao chão. Estávamos salvos. Novamente.



Capítulo 3 – Pânico
PARTE I

–Foi tudo rápido demais... – Ouvi Colin sussurrar consigo mesmo. Sua face estava molhada devido às lágrimas que descia dos seus olhos.
Estávamos em um quarto espaçoso. Havia uma cama no centro, onde em sua direita e a sua esquerda havia pequenas cômodas com um abajur, cada. Um ventilador de teto estava ligado para ajudar na ventilação do ar. Em frente a cama, havia um espaçoso banheiro, onde Colin estava sentado no chão com o rosto em os joelhos.
O que havia acontecido com ele, mataria qualquer homem de arrependimento, amargura e ódio.
Após o relato que contarei, mostrarei a vocês o que aconteceu logo após.
–O que  você acha deste aqui, Sarah? – Colin perguntou a sua filha, mostrando–a o cachorro que estava para adoção.
Eu e Samantha, estávamos conversando sobre empregos. Atualmente, eu estava a procura de um. Enquanto conversávamos, Leonard corria alegre na casa de adoção cumprimentando os funcionários e os animais que estavam ali, feito uma criança feliz.
Estava tudo tranqüilo. Colin estava com seus filhos, felizes, enquanto eu conversava com sua esposa. Após um bom tempo, Sarah e Leonard escolheram uma bela cadela, loura, com pelos compridos. Uma Cocker fêmea que ganhou o nome de Flor.
Saímos juntos da casa de adoção indo embora para casa.
Mas... A história não é tão feliz como você está imaginando. Afinal, qual motivo teria para ser feliz?
Quando saímos, percebi que o sol esta se pondo. Avistei de longe que o Golden Restaurant – antigo restaurante no qual eu trabalhava – estava aberto, recebendo seus clientes. Iríamos atravessar a Golden Avenue, quando Sarah deixa escapar de seus braços, a cadela, que atravessou a rua em alta velocidade, onde foi atropelada por um carro desgovernado, jogando–a para o alto. O carro perdeu de vez o controle, batendo em um poste. Quando a cachorra – que estava rodopiando no alto –  chegou ao chão, apenas o seu latido de morte fora ouvido.
A família que estava ao meu lado, ficara em choque. Por instantes, ficaram imobilizados com o susto. Sarah correu em direção à cadela morta, aos prantos. Colin, Leonard e Samantha, foram atrás dela. E eu fiquei ali, assistindo tudo aquilo.
Uma multidão de pessoas rodearam o local do acidente. Os restaurantes e as lojas que cercava toda a Golden Av. não pareciam estar cientes do ocorrido, apesar do imenso barulho que fazia na rua.
Decidi ficar mais esperto e fazer alguma coisa. Ninguém fora checar o motorista que estava no carro. Saia uma fumaça cinza em seu motor. Sua frente estava completamente amassada e a lateral fora arranhada, mas eu não sabia o que tinha feito aquilo. Fui tentar resgatar o motorista de dentro do carro, mas...
–Onde está o motorista? – gritei para todos me ouvirem.
Praticamente todos estavam olhando pra mim, espantados. Colin se levantou rapidamente e foi em direção ao carro para checar se não havia ninguém dentro. Ele olhou pra todos e disse:
–Onde está esse desgraçado?
Ninguém respondeu. Por instantes não se ouvia quase nada. Até que dois barulhos horríveis inundaram a audição de todos que estavam ali presentes.
Samantha começou a gritar de repente quando um homem a agarrou e começou a morder com violência o seu pescoço? O que estava acontecendo? Leonard e Sarah começaram a gritar. A multidão se afastou rapidamente, fugindo daquele ser.
A expressão de Colin mudara de repente. Ele foi para cima do motorista, e sua mulher caiu rapidamente ao chão na frente de seus dois filhos, olhando para eles, com uma lágrima escorrendo de seu rosto.
Colin começou a esmurrar o motorista. Fui em sua direção para impedi–lo de matar o motorista. Foi quando eu vi que aquilo não era um mais um homem. Não vivo. Seus olhos eram brancos e seu cheiro era podre. Sua boca escorria sangue. Sua fisionomia era a mesma de um zumbi.
Apavorado, soltei Colin, imediatamente, deixando que ele esmurrasse o zumbi até a morte.
Agachei ao lado de Samantha e não acreditei no que vi. Ela estava morta. Leonard e Sarah haviam parado de gritar, ficando em estado de choque ao ver sua mãe naquele estado.
Enquanto Colin espancava o zumbi, o caos começou.
As pessoas saíam das lojas e restaurantes aos prantos. Janelas se espatifavam, zumbis – que apareceram de repente – andavam feito sonâmbulos pela rua causando pânico em todos. Não havia apenas um, como o motorista–zumbi, havia vários, invadindo propriedades.
Foi quando Samantha abriu seus olhos, – que estava brancos como a morte – e começou a gemer – um gemido similar a uma pessoa que estava sem ar. Imediatamente, me afastei dela e ouvi gritinhos de Sarah e Leonard. Ela se levantou e avançou em Colin, que imediatamente jogou ela pra um lado. Para o lado errado. Leonard e Sarah estavam perto de sua mãe–zumbi, assustados, assistindo toda a cena. E foram surpreendidos. Samantha avançou sobre Sarah e começou a mordê–la.
Seus gritos invadiram toda a rua, provocando mais pânico. Leonard correu para o lado de seu pai. Colin tentava tirar Samantha de cima de Sarah mas não conseguia. Ela estava vidrada naquele corpo. Ajudei Colin, e com sucesso a afastamos para um lado, derrubando–a no chão. Mas ela resistia e começou a levantar novamente.
Colin colocou Sarah em seus braços e pediu para que Leonard o acompanhasse.
Pausando este relato, devo destacar que Colin estava sem expressão facial. Apesar de ter acontecido esta tragédia com sua família, ele se mostrava ágil e pensativo. Seus olhos apenas permaneciam bem abertos, assistindo tudo aquilo. Devemos destacar que Samantha fora mordida pelo motorista e virara um deles, obtendo a mesma fisionomia. Mordera sua filha, mas foi afastada por Colin. E no meio disso tudo, o caos estava acontecendo em toda a Golden Av.. Zumbis apareceram do nada e causando transtorno a todos.
Nós corríamos no meio de toda aquela confusão, sem rumo.
As pessoas corriam desesperadamente tentando fugir de inúmeros zumbis – como Samantha que tentavam mordê–los. Pegamos a nossa rota sem rumo, passando pelo passeio, evitando que carros desgovernados passassem em cima de nós.
Era muito desespero para uma coisa só. As pessoas simplesmente eram agarrados e jogadas ao chão para serem devoradas. Todos fugiam, evitando que isso acontecesse. Mas eram tantos que a fuga era cada vez mais difícil.
As viaturas policiais fecharam toda a Golden Av. e já entrara em ação. Em ação, os policiais se posicionaram e disparavam contra os zumbis com suas armas de fogo. Cientes da situação, eles não acertavam nenhum civil. Um dos policiais guiavam os civis presentes naquela catástrofe para uma saída.
Mas não havia saída.
Os zumbis eram resistentes contra armas de fogo. Nem todos caíam ao chão. A maioria deles eram resistentes e voltavam a avançar, depois de serem atingidos.  E em questão de segundos, não havia mais nenhuma força policial.
Colin, Leonard e eu, ultrapassamos rapidamente os policias e passamos para a Quarter Av.. Toda a avenida já parecia estar domada pelo caos. A situação era a mesma que a Golden Av., porém, sem reforços policiais.
Corríamos sem destino no meio daquele caos, até que Colin gritou:
–No Golden Palace! – Sim, era uma ótima idéia. Porém, conseguiríamos chegar até lá?
Colin estava com uma péssima aparência. Sua roupa já estava ensangüentada e gotas de sangue marcavam a nossa rota. O cabelo de Sarah tampava todo o seu rosto, e Leonard apenas nos seguia atento, porém em pânico, dando pequenas espiadas para trás, certificando se os zumbis não estavam próximos o suficiente de nós, para não sermos pegos. Mas eles eram lerdos. Nem tanto. Leonard estava com medo. Afinal, quem não estaria?
Viramos logo a direita, estando em uma rua em cima da Golden Av.. Corremos por mais alguns instantes até chegarmos à entrada do Golden Palace.
A porta estava lacrada, obviamente. Porém, uma mulher do lado de dentro olhava fixamente para nós. Eu bati com violência na porta, implorando–a que nos deixasse entrar.
Olhei para os lados. Mais zumbis se aproximavam. Estavam seguindo o sangue de Sarah?
–Por favor! – eu gritava, batendo com violência na porta de vidro. – Temos duas crianças aqui!
A mulher que nos fitava levantou–se rapidamente, tirou alguma coisa da porta no qual eu não pude ver, e a destrancou. Abri a porta e todos nós entramos. Estávamos salvos.


(Continua...)