Podcast #4: O Hype para Resident Evil 2 Remake

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Resident Evil 2 Remake está chegando, e portanto o tema do nosso primeiro podcast do ano não poderia ser outro! Convidamos Claudio Prandoni (@cprandoni), o Prandas, jornalista do The Enemy, para falar sobre as expectativas do jogo! Falamos de nossas experiências com hands-on e apontamos os principais pontos de nossos bate-papos com o produtor do Remake, em sua vinda ao Brasil!

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Edição de Áudio: Gilsomar Livramento

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  • Fernando S Lima

    Opa blz galera, meu amigo tinha um PlayStation e eu passei uma semana vendo ele jogar RE 2 com a Claire, no sábado ele finalizou o game então perguntei: posso jogar? Ele disse sim então comecei a campanha do Leon (apesar da Claire ser minha personagem preferida) e zerei RE 2 em umas 3 ou 4 horas, meu amigo ficou puto pelo tempo que levei e por ser meu primeiro contato com o game kkk.
    Estou ansioso para jogar esse remake e quero mais tempo de jogo com a Ada.
    Não tenho muito para comentar pois vocês dois já falaram tudo, Monique eu acho o seu trabalho incrível dá para ver a sua paixão por RE, parabéns e um abraço!!!

  • Darley Santos

    Comentei lá no grupo do Telegram acho que no mesmo dia do lançamento deste cast: eu ficaria um pouco decepcionado se o jogo fosse só aquilo que a Capcom quer fazer crer através do que já foi revelado nos trailers, teasers e demo, estou crendo que a Capcom quis induzir uma determinada expectativa para logo depois quebra-la com o lançamento do jogo completo, seria algo esperto de se fazer heheh. Ao mesmo tempo, temos o precedente do RE5, e o quanto foi revelado dele antes do lançamento neh, tomara que não aconteça o mesmo… Concordo com o convidado, também tive o mesmo deslumbre: que o jogo seja realmente esse equilíbrio entre essência/nostalgia e modernidade, ou, como já visto pelas imagens e vídeos já revelados, a manutenção da ambientação/personagens/enredo do jogo clássico e a inovação nos controles, gráficos, design, câmera, iluminação e adição de expansões. Gosto de pensar que o jogo irá manter a proposta realista ou de verossimilhança, dentro de um contexto de ficção científica, dos RE’s clássicos, mantendo os moldes dos originais sem usar os recursos apelativos dos RE’s modernos (leia-se: de RE4 para frente), fugindo do “fantasioso-absurdo” desses jogos mais recentes da franquia, que ficaram saturadas e banalizadas; apesar de que já vimos a inserção de algumas coisas novas futuristas.