Livro Traduzido | Resident Evil Archives Vol. II

CRIATURAS | RESIDENT EVIL 5

MAJINI:

Majini são humanos agindo sob o controle das armas biológicas parasíticas “Las Plagas”. Como tal, eles agirão somente com ordens de um humano específico. Eles perderam sua personalidade e capacidade de raciocinar, mas mantêm sua inteligência humana. Isto significa que podem se comunicar basicamente através da fala, manusear ferramentas e armas, e aplicar táticas em grupo.

Melhorias foram feitas para aumentar a eficiência das Las Plagas originalmente descobertas na Europa, e eles agora podem converter um hospedeiro em um Majini em poucos segundos. Estas Plagas melhoradas valem mais no mercado de B.O.W.s.

“Majini” é a palavra em suaíli para “espírito maligno”.

Majini (Cidade): Estas são as pessoas da Zona Autônoma de Kijuju (KAZ), já que aparecem logo depois de sua conversão em Majini. Eles foram infectados com as “Plagas Tipo 2”, uma versão melhorada das Las Plagas europeias originalmente descobertas. As pessoas da KAZ foram infectadas como cobaias de teste no estudo do uso prático dos Majini como B.O.W.s. O traficante do mercado negro coletou dados da taxa de transmissão, limitação e habilidade de combate das Plagas Tipo 2.

Para criar um Majini, uma Plaga Tipo 2 adulta é administrada oralmente, onde imediatamente se anexa ao sistema nervoso central. Este método reduz bastante o tempo necessário para ganhar o controle de um hospedeiro, comparado às Las Plagas pré-modificadas.

Majini Executor: Este Majini tem a especialidade de matar outros. Seus corpos são cheios de músculos, e eles usam sua incrível força para manusear uma arma feita de uma imensa lâmina de guilhotina presa com uma corrente. Eles usam este machado improvisado para aplicar seus terríveis “julgamentos”.

O Majini responsável pela execução do agente secreto da BSAA, Reynard Fisher, carrega um machado coberto de manchas de sangue. Espetos de metal ressaltam da parte superior de seu corpo. Ninguém sabe se estes ferimentos foram autoinfligidos ou se são resultado de torturas provocadas anteriormente nele, mas a imagem é suficiente para botar medo nos corações dos que o veem.

O trabalho de um Majini executor que carrega o machado em chamas é matar qualquer um que rejeitar Las Plagas. Os corpos destes Majini são cobertos de cicatrizes recém-curadas, assim como uma camada grossa de gordura e músculo que resiste até a mais pesada rajada de balas.

Majini Grandalhão: Estes Majini grandes são criados como lutadores, e usam sua força dominante para esmagarem seus alvos até a morte. Eles têm maior resistência do que o Majini normal: não importa quantas vezes caem, eles sempre se levantam novamente. Porém, sua inteligência e habilidade de raciocínio são menores do que o normal. A dificuldade que eles têm em seguirem ordens os tornam mais difíceis de tratá-los como armas biológicas.

Majini da Motosserra: Estes Majinis altos usam sacos de estopa na cabeça. Eles falam poucas palavras e tendem a ser desengonçados em estatura. São extremamente resistentes, contudo, e a ameaça que representam é aumentada exponencialmente pela motosserra que carregam. Nenhum alvo, por mais forte que seja, pode sobreviver a um único ataque destes guerreiros mortais.

Majini de Moto: Pilotando motos e aplicando táticas em grupo, estas criaturas são a prova viva da inteligência devastadora dos Majini. Eles também demonstram impressionante coordenação motora, atirando coquetéis molotov enquanto perseguem seus alvos. O Majini que usa camisa vermelha assume um papel de líder entre eles, e tem mais resistência do que o normal.

Majini (Pântano): Estes Majini vêm de membros da tribo Ndipaya que foram infectados com Las Plagas. Os Ndipaya são os habitantes nativos do pântano ao redor de Kijuju, os orgulhosos descendentes de uma cultura antiga, altamente civilizada. As ruínas da cidade de seus ancestrais ainda permanecem sob o pântano.

O povo Ndipaya foi “vacinado” com um novo tipo de Plaga ainda mais refinado do que o usado no povo de Kijuju. Estas “Plagas Tipo 3” causaram mudanças em seu DNA, fazendo com que este povo civilizado tirasse suas vestes, se cobrisse de pintura de guerra e pegasse as armas de seus ancestrais. Eles são combatentes poderosos com incríveis poderes de pulo e resistência.

As Plagas Tipo 3 não são compatíveis com mulheres.

Majini Gigantes: As aprimoradas “Plagas Tipo 3” ainda estavam em estágio experimental quando foram usadas no povo Ndipaya. Um efeito colateral não previsto foi que algumas das cobaias cresciam a alturas de quase três metros. Estes Majini soltam gritos de guerra para chamarem seus aliados, e carregam machados feitos à mão, cheios de espetos e decorados com o que parecem crânios humanos. Eles aguentam ataques mais fortes do que os Majini normais do pântano.

Majini (Base): Estes Majini altamente capacitados foram organizados em esquadrões de elite. Sua função principal é montar guarda na base da Tricell. Eles receberam treinamento que supera o Majini normal, e eles podem manusear revólveres e granadas com habilidade, além de outras com poder de fogo maior, como bastões elétricos e lança-foguetes. Eles podem aumentar sua já alta resistência com armaduras e escudos, tornando-se inimigos difíceis de matar de qualquer ângulo.

Majini da Metralhadora Giratória: Eficazmente os líderes dos Majini da Base, sua marca registrada é o charuto e a boina. O Majini da Metralhadora Giratória usa um colar de ouro, uma roupa dourada e todos os seus dentes são de ouro, o que sugere que eles vivessem uma vida extravagante antes de se tornarem um hospedeiro.

Estes Majini extremamente perigosos seguem em direção aos seus inimigos enquanto atiram com suas imensas metralhadoras à máxima potência. Sua incrível força pode ser vista simplesmente pelo modo como carregam a munição para o galão que usam em suas costas, e carregam a pesada arma em si com facilidade.


CEPHALO:

Quando se causa muitos danos ao corpo do hospedeiro, a Plaga muta subitamente, e salta pelo pescoço. Estas Plagas em particular parecem ser da mesma espécie dos Ganados Tipo A encontrados na Europa. O corpo da Plaga em si é fraco contra a luz, mas possui maior resistência e poder de ataque do que tinha antes de sua transformação. Pode se esticar e retrair livremente para atacar a longa distância do pescoço do hospedeiro. A origem do nome vem da palavra Cephalopentandra, um tipo de tubérculo que brota de uma base grossa em forma de bola.


DUVALIA:

Uma forma variante da Plaga. Ela também salta adiante do corpo quando o Majini sofre muito dano, mas diferente do Cephalo (que salta do pescoço), o Duvalia salta da parte superior do hospedeiro, deixando todo o tronco do Majini pendurado inutilmente. O Duvalia é coberto por um exoesqueleto duro para proteger o frágil parasita por baixo dele. Quando ele se aproxima, porém, o exoesqueleto se retrai o suficiente para revelar uma abertura em forma de boca, usada para tentar engolir seus inimigos.

Estas criaturas recebem este nome a partir de uma planta suculenta que nasce na África e floresce em formato semelhante.


NDESU:

Estas imensas B.O.W. são baseadas nos dados usados na criação do “El Gigante” na Europa, e são os maiores humanoides de Plagas. Um observador atencioso perceberá que cinco plagas foram implantadas dentro dele, e a criatura não irá parar até que todas sejam destruídas. As várias Plagas implantadas dentro dele garantem uma resistência ainda maior do que a das Plagas normais. Os Ndesu são também absurdamente fortes, e podem atirar postes telefônicos e veículos militares com facilidade.

O Ndesu usa uma corrente de crânios em seu cinto – possivelmente tirados da Equipe Delta destruída – um atributo que aumenta o seu “poder”.


KIPEPEO:

Quando um Majini sofre muitos danos, a Plaga às vezes muta espontaneamente e salta do corpo como uma criatura independente. O nome Kipepeo significa “borboleta” em suaíli e, como o nome sugere, estas criaturas são capazes de voar. O Kipepeo bate suas quatro protuberâncias em forma de asas para voar, e apesar de não serem muito ágeis, possuem um perigoso ataque com a cauda. Foi este ataque que derrubou o helicóptero de apoio da Equipe Alpha.


BUI KICHWA:

Uma forma alternativa da Plaga que salta do corpo do Majini para procurar outro. Casos semelhantes de Plagas vivendo fora do corpo do hospedeiro também foram registrados na Europa. Esta espécie assume a forma de uma espécie de aranha, com um abdome pulsante que lembra um órgão humano. Eles se aproximam da presa e pulam, segurando-a com todas as suas patas para cercar seu alvo. Elas sempre andam em bandos, e muitas ficam enterradas na terra, o que as tornam B.O.W. muito difíceis de lidar. Seu nome vem de uma combinação  das palavras em suaíli “buibui”, que significa “aranha”, e “kichwa”, que significa “cabeça”.


ADJULE:

Estes monstros são criados quando uma Plaga infecta um cão de porte grande. Criaturas brutais e selvagens, eles não podem ser considerados “o melhor amigo do homem”. Por fora, eles lembram cães normais, mas foram confirmados casos em que suas cabeças se abrem para revelar a Plaga. Criaturas infectadas com Plaga trazem algumas características de sua espécie original: no caso dos cães. Eles mantiveram sua agilidade e habilidade de lutar ferozmente em lugares apertados.


POPOKARIMU:

A Tricell criou esta criatura ao implantar uma Plaga em um morcego, esperando criar uma B.O.W. que fosse efetiva tanto no ar quanto na terra. Em suaíli, “popo” significa “morcego”, e “karimu” significa “generoso”.

A cauda flexível da criatura é o corpo da Plaga em si, coberto por uma carapaça dura e resistente a armas de fogo. O interior macio da cauda é vulnerável, mas, mesmo em solo, ele é inteligente o bastante para mantê-lo escondido de seus potenciais inimigos. Para seus próprios ataques, ele usa as pontas brilhantes nas extremidades de seus quatro membros, além de golpes com seu próprio corpo. Ele também pode lançar uma substância grudenta de sua cauda para imobilizar sua presa. A habilidade do Popokarimu em mudar rapidamente do solo para o vôo o torna verdadeiramente um inimigo a ser temido.


U-8:

Esta imensa B.O.W. foi produzida como um estágio da pesquisa de bio-armas com Las Plagas da Tricell. Ele possui DNA de várias espécies diferentes, mais proeminentemente de crustáceos. Seu escudo durável foi testado pela Tricell para suportar até tiros diretos de lança-foguetes antitanques, mas a rapidez de sua mutação abriu brechas para falhas em sua armadura, que podem se provar uma falha fatal. O U no nome do U-8 significa “Ultimate” (Supremo).

A criatura domina os inimigos com seu grande corpo, e um único golpe de suas pernas em formato de lâmina pode ser letal. Além disto, ele carrega dúzias de B.O.W. voadoras em seu estômago, que podem ser liberadas em oponentes que chegarem perto.


LICKER β:

Esta versão refinada do Licker original foi criada pelos pesquisadores da Tricell, na esperança de usar o Vírus Progenitor para melhorar o design original. O produto final ainda foi considerado insatisfatório, já que o novo Licker ainda tem pouca capacidade de visão, compensada somente pelo sentido aguçado de audição e olfato. Assim como o seu antecessor, o Licker β escala paredes e tetos, e ataca seus inimigos com sua longa língua e suas afiadas garras.


RICARDO IRVING:

Ao se injetar com um parasita baseado na Plaga controle morta, Ricardo Irving se transformou nesta B.O.W. gigante. Ele lembra uma fusão de várias espécies de peixes e moluscos. Apesar de sua aparência monstruosa, a criatura é muito rápida na água; ela pode usar seus longos tentáculos para agarrar ou golpear seus alvos, ou mordê-los com sua boca de ostra, cheia de dentes afiados como lâminas. A rapidez de sua mutação resultou em numerosas falhas em sua carapaça, revelando um núcleo vulnerável sob ela.


BLOB:

Vagando pelo porão da mansão de Ozwell E. Spencer, estes “carcereiros malucos” mantém sua atenção sobre uma prisão de cadáveres apodrecendo. Seu uso como cobaias experimentais resultou em um rosto longe do humano, e em uma pele não-natural que sai em sua maioria de seu ombro esquerdo e de suas costas. Além disto, eles carregam uma gigantesca âncora, que balançam com força brutal.


VÍRUS UROBOROS:

O Vírus Uroboros é a base do “Projeto Uroboros” de Wesker. Aqueles com genes compatíveis com o vírus conseguem mantê-lo controlado e possuir as habilidades super humanas que ele dá. Aqueles que não são compatíveis, porém, perdem o controle sob a influência do vírus, e continuam crescendo e assimilando toda matéria orgânica ao redor, incluindo o hospedeiro. Estas criaturas se regeneram em um nível alarmante, e podem recuperar até partes inteiras do corpo que tiverem perdido.

O vírus foi nomeado a partir do mito grego da cobra devorando a própria cauda. É um símbolo de uma criatura perfeita sem começo ou fim, e também representa “destruição e renascimento” e “infinito”.


UROBOROS:

Uma B.O.W. assustadora revestida em uma massa de tentáculos que se entrelaçam, este Uroboros sem nome é o primeiro que Chris e Sheva têm que enfrentar. Jill o criou enquanto estava sob o controle de Wesker e Excella, injetando o Vírus Uroboros em um homem da Zona Autônoma de Kijuju. Ele foi usado para destruir a Equipe Alpha que foi enviada para capturar Ricardo Irving.

Suas protuberâncias em forma de tentáculo constantemente se juntam e se despendem, permitindo a elas se comprimirem facilmente em espaços pequenos. Seu ponto fraco é um núcleo laranja que às vezes se revela em sua espécie de braço.


REAPER:

O Reaper (Ceifador) é resultado de quando uma criatura como uma barata é infectada com traços do Vírus Uroboros, transformando-se em uma B.O.W.. As criaturas surgem de seus casulos, armadas com protrusões em forma de lâminas em cada um de seus braços, e é a partir destas “foices” que a criatura recebe seu nome. Um Reaper pode usar suas lâminas para capturar e fatalmente ferir a sua presa, ou espirrar uma substância cáustica, capaz de causar cegueira temporária. Sua carapaça é dura o bastante para repelir balas normais.


UROBOROS MKONO:

Chris e Sheva encontram este segundo Uroboros enquanto perseguem Excella pelo laboratório da Tricell. O homem injetado com o vírus a princípio mostra sinais de compatibilidade com ele, já que parece mantê-lo em controle. No fim, contudo, ele não era compatível, e perde o controle do mesmo modo como o primeiro Uroboros perdeu. Mkono é muito maior do que o primeiro Uroboros, mas demonstra a sua fraqueza: um núcleo exposto e vulnerabilidade ao fogo. “Mkono” é a palavra em suaíli para “braço”.


UROBOROS AHERI:

Esta é a forma final de Excella, depois que Wesker a injeta com o Vírus Uroboros. “Aheri” vem da palavra em suaíli para “sucesso” ou “limite”.

A criatura consome a grande pilha de cadáveres no deck para alimentar seu imediato e incrível crescimento. Armas convencionais são quase inúteis contra ela, já que ela continua crescendo. Seus grandes núcleos expostos brilham com uma leve luminescência, dos quais ele lança uma quantidade ilimitada de organismos independentes em forma de tentáculos.


UROBOROS ALBERT WESKER:

Quando as habilidades super-humanas originais de Wesker são enfraquecidas por uma overdose da droga PG67A/W, ele usa o Vírus Uroboros em seu próprio corpo como um último recurso para derrotar Chris e Sheva.

Os tentáculos característicos do Uroboros se fundiram com seus dois braços, e pedaços de metal dos destroços do contêiner do vírus aderiram ao seu braço direito, tornando-o uma arma ainda mais letal. Wesker libera o poder total do Vírus Uroboros enquanto ainda o mantém em completo controle. Sua agilidade não deve ser subestimada, e sua força e resistência estão completamente além de qualquer coisa que Chris e Sheva já tenham enfrentado antes.