Livro Traduzido | Resident Evil Archives

RESIDENT EVIL

O contato com a Equipe Bravo dos S.T.A.R.S. foi perdido. O que poderia ter acontecido com eles? Acreditando que provavelmente estivessem com problemas, o Departamento de Polícia de Raccoon City despacha a Equipe Alpha dos S.T.A.R.S. para procurar os membros desaparecidos. Os envolvidos na investigação são atacados por um grupo de cães, e são forçados a se refugiar em uma mansão próxima.

Contudo, ela era na verdade um complexo secreto de pesquisas que era diretamente responsável pelas estranhas ocorrências, e pela criação de todas as criaturas grotescas que eles viram. Os membros dos S.T.A.R.S. Chris Redfield e Jill Valentine devem desvendar a verdade sobre os assassinatos, enquanto precisam procurar por uma saída.


HISTÓRIA

Relatório #1 de Chris Redfield
O Indício da Loucura

Já faz vários dias desde que fugi daquele horrível complexo de pesquisas. Mas tantas imagens chocantes e horríveis continuam gravadas no fundo de minha mente…

Julho de 1998. Nós, a Equipe Alpha dos S.T.A.R.S., rodeávamos a Floresta de Raccoon num helicóptero em busca da Equipe Bravo desaparecida. Antes de nossa equipe entrar em ação, sabíamos que havia muitos relatos de assassinatos bizarros na área. Naquele momento, ninguém poderia ter imaginado o que estava para acontecer. Pensávamos que fosse ridículo. Ninguém acreditava no que estava ouvindo nos noticiários. Contudo, nós logo descobriríamos a verdade em primeira mão sobre esta série de crimes.

De Encontro com a Desolação

“Olha, Chris!” Jill, que estava sentada ao meu lado, gritou em meio ao barulho do helicóptero. Com a lanterna, podíamos ver os destroços retorcidos de metal do que um dia fora o helicóptero da Equipe Bravo. No entanto, o que nos aguardava não era boas vindas de nossos amigos precisando de resgate, mas, em vez disso, um inimigo inimaginável.

O primeiro a se tornar vítima destas criaturas foi nosso especialista em equipamentos, Joseph Frost. Mesmo com seu excelente desempenho durante treinamento, ele não era páreo para aqueles cães malucos. Não tivemos tempo de lamentar sua morte, já que imediatamente corremos do local e fugimos para uma mansão nas proximidades. Obviamente, ninguém sabia que ali se tornaria o local do terrível incidente da mansão. Quando penso nisso agora, para “aquele homem” nada mais éramos que objetos descartáveis em seu jogo macabro de morte.

Relatório #1 de Jill Valentine
A Mansão Maculada de Sangue

Exatamente. Eu entrei no assustador complexo de pesquisas sob o comando do Capitão Albert Wesker. Joseph foi atacado por um bando de cachorros malucos… Eram muitos, muito rápidos. Mas me lembro nitidamente de meu pé se congelando no chão por um minuto. Todos entraram em pânico e eu acabei me separando de Chris na corrida para a mansão. E então…

Um tiro ecoou na escuridão. Segui com Barry Burton em direção ao som. Ainda não consigo acreditar na visão que me aguardava. Estava bem diante de mim, uma criatura agachada sobre um corpo humano, rasgando violentamente sua carne. Seu troféu era ninguém mais que Kenneth J. Sullivan da Equipe Bravo. Quando voltei a mim, disparei todas as balas que tinha no monstro. Porém, mesmo atirando à queima-roupa não causada efeito. Se eu ficasse lá, seria morta!

A Batalha Contra o Medo

Corri de volta para a sala de jantar e fui salvo pelos reflexos rápidos de Barry. Mesmo estando assustados com a visão daquela inimaginável criatura, Barry e eu voltamos ao ponto de encontro no salão principal. Contudo, não havia sinal de Wesker. Teríamos que agir de acordo com nosso próprio julgamento.

O interior da mansão, construída sobre muitos hectares de terra, estava cheio de chaves com emblemas gravados. E com armadilhas que pareciam estar por todos os lugares, a mansão havia sido transformada em um labirinto gigante. No começo, eu só tinha o mapa que achei na sala de exibições e o grampo para fechaduras dado por Barry para seguir com minha investigação. Conforme eu ampliava minha área de busca do primeiro andar para o quintal nos fundos e depois para o segundo andar, o medo destes “mortos vivos” começou a se dissipar dentro de mim. Talvez fosse o desejo de ajudar meus amigos que me libertou de sucumbir ao medo.

Relatório #2 de Chris Redfield
Um Último Adeus

O que diabos eram eles? Aquelas coisas sequer cambaleavam quando atingidas por balas. Até meu sangue congelara. Além disto, havia muitas armadilhas e portas trancadas, teria sido muito mais fácil se Jill estivesse por perto com sua habilidade em destrancar fechaduras.

Gradualmente, fui expandindo minha área de busca encontrando chaves velhas. Então, finalmente solucionei um dos maiores quebra-cabeças e consegui pegar uma chave com um emblema, pude assim seguir pelo terraço. Mas minha sorte tinha vida curta, já que encontrei um de meus amigos mais próximos, Forest Speyer, parecendo ter mudado completamente. Ele não tinha memória alguma de que era um membro dos S.T.A.R.S. e era guiado por puro instinto, estava procurando loucamente por carne para devorar. Eu puxei o gatilho sem hesitar. Sabia que era meu dever como seu amigo deixá-lo descansar em paz.

Meu Primeiro Encontro com Rebecca

Enquanto segurava a barra da morte de meu amigo, continuei a busca por meus outros colegas. No meio de minha busca pelo segundo andar, vi duas formas humanas. Seriam mais vítimas?

Felizmente, por sorte meu palpite estava errado. Eram Richard Aiken e uma especialista médica cuidando dele. Era a primeira vez que eu via esta médica. Seu nome era Rebecca Chambers, uma novata recentemente recrutada para a Equipe Bravo, portanto não era estranho que eu nunca a tinha visto.

Eu descobri que Richard estava precisando de um soro, então segui a toda velocidade para a sala de armazenamento. Eu não queria perder mais nenhum de meus amigos. Este pensamento me deu coragem. Eu estava absorto em meus próprios pensamentos no momento, então minha memória é bem vaga, mas me lembro do alívio que todos expressamos quando eu trouxe o soro a tempo. O sorriso de Rebecca, especialmente, parecia com o de um anjo.

Relatório #2 de Jill Valentine
Evidências de uma Conspiração

Minha Beretta não era suficiente para lidar com tantos inimigos, então logo passei a usar uma espingarda que encontrei. (Pensei que iria morrer quando encontrei esta arma no painel.) Se Barry não estivesse lá, eu definitivamente teria sido achatada pelo teto que caía. Armada com uma arma mais poderosa, eu continuei minha busca, economizando munição o máximo que podia. Eu tinha que sobreviver e tirar meus amigos desta mansão assombrada de verdade…

Eu me lembro dos arrepios percorrendo minha espinha quando li um diário deixado por um dos caseiros. Falava de como homens foram pouco a pouco perdendo sua humanidade e se transformaram em algo monstruoso. Agora eu entendia que estes zumbis eram na verdade humanos modificados. Aquela planta carnívora na estufa parecia ser resultado de algum tipo de experimento também. Assim que fiquei ciente disso, era meu dever descobrir o que causou tudo isto, o quanto antes. Era meu dever como membro dos S.T.A.R.S…. não, mais do que isso, como ser humano.

O Ninho da Cobra Gigante

Ao visualizar a partitura do “Soneto ao Luar” de Beethoven desmontado, eu percebi que as teclas do piano que havia ali guardavam um segredo. Eu toquei o piano, e como já imaginava, uma porta secreta apareceu de uma parede no canto, que guardava uma pista do que estava acontecendo. Quem fizera todos aqueles aparatos ridículos, e qual era o seu propósito? Eu encontrei um bilhete na sala, contando a trágica história de um homem que fora aprisionado por alguém a quem ele se referia como Sir Spencer. Eu tinha a sensação de que ele nunca mais saíra da mansão.

Farejando uma horrenda conspiração, eu usei o emblema que encontrei junto com o bilhete, e achei outra chave. Então, justo quando estava indo mais longe em minha busca, encontrei uma ameaça ainda maior. Era uma cobra venenosa, grande o bastante para engolir uma pessoa inteira. Normalmente eu teria me apavorado, mas consegui deixar meu medo de lado e enfrentar a serpente.

Relatório #3 de Chris Redfield
O Pesadelo na Cela

Eu estava irritado com os jogos intermináveis. Enquanto descia as escadarias que davam para a cela que descobri embaixo de uma tumba, eu tentava manter minha sanidade em meio à loucura. Na cela, eu descobri um texto intitulado O Livro da Maldição. Ele continha um enigma envolvendo 4 máscaras, eu não podia deixar de sentir que estava participando de um jogo de criança, mas independente disso, eu coloquei as máscaras nas estátuas conforme o livro instruíra.

No que isso implicava? O caixão suspenso no teto se soltou de suas correntes enferrujadas e caiu! Naquele instante, o portão se fechou, bloqueando a saída. Meu oponente era um zumbi frio e de cor escarlate, muito mais forte que os outros que já havia encontrado. Eu não tinha um plano, mas não ia deixar de lutar. Simplesmente fiquei disparando firo após tiro, fazendo o possível para manter este cara longe de me alcançar.

Algo Estranho na Floresta

Eu usei o objeto que encontrei no subsolo do cemitério para entrar no jardim central, passando por um depósito. Era uma trilha obscura, mas me mantive mais alerta do que precisava. Confiando na fraca luz do luar, eu segui em frente. O rádio quebrado de Richard quebrou o solitário silêncio. Era o Capitão Wesker.

“Monstro acorrentado… Fique longe da floresta.” Havia muita estática, então não consegui entender tudo, mas diria que era algum tipo de aviso. Como que respondendo ao rádio, estranhos sons de gemidos chegaram aos meus ouvidos. Eles estavam vindo da floresta. Como se fosse guiado pelos barulhos, meus pés me carregaram a uma cabana abandonada. Era claro por seu interior que alguém vivia aqui. Mas o residente da cabana não era humano. Era uma criatura grotesca. Sua forma pesada tinha pedaços de pele humana pendurados. Este era o “monstro acorrentado” de Wesker.

Relatório #3 de Jill Valentine
A Ameaça do T-Virus

Depois que passei pelo quintal, fui parar em um dormitório atrás da mansão. Era onde os pesquisadores que trabalhavam na mansão moravam. No entanto, estes pesquisadores que sujaram suas mãos com a pesquisa maligna pagaram por suas ações. O T-Virus que eles usavam em experimentos aqui de alguma forma vazou, e se espalhou instantaneamente por toda a área ao redor da mansão. O ecossistema se desestruturou. Era como se a cadeia alimentar natural se revertesse, com todas as criaturas se tornando predadoras da raça humana. O vírus se espalhou com grande rapidez e era mais poderoso do que os cientistas sequer haviam previsto.

Se você me perguntasse, diria que os cientistas colheram o que plantaram. Afinal de contas, foram eles os causadores de todo este problema…

Eu andava pelo corredor, minha raiva agora direcionada aos cientistas. Então, da Sala 002, eu ouvi uma voz. “E a minha família?” A voz pertencia a Barry, que continuava sua investigação separadamente.

Suspeitando de Barry

“Destruir os S.T.A.R.S..” Eu entrei na sala em choque com estas palavras. Mas Barry era o único lá dentro. Quando perguntei a ele o que estava havendo, ele se esquivou de mim com respostas que me pareciam suspeitas. Havia alguma coisa acontecendo. Ele estava tentando esconder alguma coisa desesperadamente. Fazendo uma nota mental de minhas suspeitas a respeito dele, eu deixei minha investigação me levar a um complexo subterrâneo.

Eu consegui obter mais uma chave, além de ter sido atacada por um tubarão gigante que estava num tanque. Eu poderia agora fazer a fórmula V-Jolt. De acordo com o arquivo do experimento, isto destruiria a criatura chamada Plant 42, que tinha suas raízes espalhadas por todo o dormitório. Entretanto, a planta que eu pensei que seria enfraquecida pelo produto químico estava ainda viva o bastante para me atacar. Será que eu iria morrer aqui…?

Eu já havia perdido as esperanças, e assim que minha voz saiu, a criatura foi atingida por um disparo de fogo de um lança-chamas. Era Barry. Eu estava salva mais uma vez, graças a ele.

Relatório #4 de Chris Redfield
Os Hunters Famintos

Eu voltei ao depósito e encontrei uns suprimentos de apoio me esperando. Wesker devia tê-los colocado lá. Eu re-estoquei meu equipamento e fui investigar a mansão uma segunda vez. Ainda havia muito que fazer. Eu tinha uma sensação de dever enquanto entrava em um corredor escuro.

Mas então, algo terrível de repente surgiu de trás de mim. Eu girei e vi um monstro humanóide com a pele parecida com a de um lagarto, garras afiadas e pulos de alcance assustador. Atirei na criatura repetidamente com a espingarda de ataque que encontrara no dormitório. Meu inimigo desconhecido caiu no chão com um estalido e soltou um grito agonizante final.

As criaturas que aguardavam meu retorno do jardim eram muito mais fortes do que qualquer outra coisa que já havia enfrentado. Mais adiante, os zumbis que pensei ter matado estavam de volta, e tinham uma rapidez impressionante.

Brincando de Deus

Manipulando genes e usando o T-Virus, os pesquisadores finalmente chegaram onde a raça humana jamais pensara em ir. Então, a segunda epidemia… Aranhas gigantes que jogavam veneno, e plantas que usavam seus cipós para atacar suas vítimas. Nada deste tipo já havia sido visto em biologia e botânica. Enquanto enchia a cobra gigante de balas, percebi que tinha que trazer a verdade à tona o mais rápido possível.

Finalmente, só havia mais uma sala para explorar na mansão. Mas quando comecei a investigar os estudos do dono da mansão, o Sir Spencer, algo me paralisou. Era um grito de Rebecca. Eu havia sido simplesmente um estúpido de deixar uma novata se virar sozinha! Eu xingava a mim mesmo enquanto corria a toda velocidade ao seu resgate, confiando no mapa em minha cabeça.

Relatório #4 de Jill Valentine
O Tiro Silenciador

Eu fechei o portão de saída da água e segui pelo caminho atrás da cachoeira, por uma caverna parecida com um túnel. O interior desta caverna estava iluminado com luzes novas. Isto significava que alguém havia passado por lá recentemente. Eu sabia que muitos segredos poderiam estar escondidos lá também. Meus instintos, aguçados pela investigação por toda a mansão, me levaram para mais fundo na caverna. Foi quando inesperadamente encontrei alguém.

“Jill, você está sozinha?” Era a voz do Capitão Enrico Marini da Equipe Bravo. Logo que o vi, ele começou a me contar a chocante verdade. Porém, quando ele estava prestes a chegar no ponto principal do assunto, uma bala atravessou seus órgãos vitais. O traidor estava me observando pelas costas, esperando a sua oportunidade. Se eu tivesse percebido… Eu me enchi de ódio, mas as palavras finais de Enrico irromperam em meio à minha desolação. “Há um traidor nos S.T.A.R.S.”.

Armadilha Bem Feita

Enrico me contara pouco antes de morrer que a Umbrella estava envolvida neste incidente. Havia um espião nos S.T.A.R.S. que estava deixando a Umbrella agir por trás de tudo. Eu tinha que reavaliar a situação em que eu estava.

Quando pensei a respeito, tudo era perfeito demais. Bem no meio da gigantesca Floresta de Raccoon, fomos convenientemente levados para dentro da mansão. Estes monstros que ficavam mais fortes eram como assassinos que haviam sido libertados por alguém para nos fazer entrar aqui. E então, havia o T-Virus. O único grupo que tinha possibilidades financeiras para construir um complexo de pesquisas deste tamanho era a Corporação Umbrella. Por baixo dos panos, a empresa fazia sua pesquisa aqui e desenvolvia armas biológicas (B.O.W.). Então, para dar o toque final, eles usaram um espião e nos trouxeram até aqui. Eles tinham que colocar suas criações diante de profissionais preparados para obter muitos dados de combate…

Relatório #5 de Chris Redfield
Um Encontro Nada Amigável

A caverna que descobri no jardim me levou ao subsolo e me colocou em meio a um ar abafado. O ataque surpresa das B.O.W. e mecanismo da estátua da deusa foram fáceis de resolver, comparados aos testes que a mansão tinha para mim. Tendo adquirido habilidades que surpreendiam até a mim mesmo, eu consegui um cilindro W e ativei o elevador de carga.

O elevador chegou ao esgoto e a usina de tratamento. Sendo tão fundo, o ar era pesado e gelado. Eu comecei a adentrar os túneis com minha espingarda de ataque empunhada em meus quadris. E então…

Na outra extremidade do túnel, acompanhada do som de correntes arrastando, uma silhueta familiar se tornou visível. Era Lisa Trevor, a trágica garota que fora usada para experiências com o T-Virus. Eu havia aprendido com a lição da primeira vez, então evitei lutar contra ela e tornei minha prioridade a busca pelo depósito no subsolo.

Os Últimos Momentos de Lisa Trevor

Eu subi as escadas do depósito no subsolo e acabei saindo na cabana onde encontrei Lisa pela primeira vez. Retornei à mansão pelo jardim e segui diretamente para o subsolo por baixo do salão principal. Ainda havia uma porta que não tinha sido aberta. Meus esforços não foram em vão. Usei dois objetos que encontrei e resolvi o enigma da porta. Finalmente, pude seguir adiante.

Eu descia por uma longa escadaria quando fui recepcionado pelo som de um tiro. Alguém lutando? Eu segui para o outro lado do altar e encontrei Wesker no meio de um confronto. Seu oponente era ninguém mais que Lisa Trevor. A mulher morta-viva era indestrutível a balas. Eu ajudei Wesker derrubando as quatro pedras nos cantos. O sarcófago se abriu e chamou a atenção de Lisa. Era a nossa chance de fugir. Mas assim que o pensamento passou pela minha cabeça, Lisa fez o impensável. Chegou perto da beirada e se jogou no abismo.

Relatório #5 de Jill Valentine
A Raposa Astuta

Abaixo da velha mansão havia um laboratório: o Complexo de Pesquisas Arklay. O complexo subterrâneo, disfarçado de mansão, era a frente das pesquisas virais da Umbrella. Eu consegui facilmente juntar todas as peças da história toda de sua pesquisa a partir dos dados deixados para trás. Então, eu encontrei uma pista que finalmente afastou todas as minhas suspeitas.

Albert Wesker. Por trás de seu disfarce como líder dos S.T.A.R.S., Wesker na verdade era um antigo pesquisador e informante da Umbrella. Ele nos atraiu para dentro da mansão e planejava nos usar como parte dos experimentos!

Cheia de um ódio cego, eu primeiramente me concentrei em coleta provas. Depois de dificuldades com as medidas poderosas de segurança, confrontos com criaturas mutantes e transportar um componente de nitro, tudo finalmente deu certo. Tudo fazia parte da busca pela verdade. Eu arrancaria a máscara de Wesker, assim meus amigos não teriam morrido em vão. Eu me preparei mentalmente para seguir o mentiroso.

Fuga da Desolação

Eu estava sob a mira de Barry na câmara de cultivo que continha cápsulas cuidadosamente arranjadas. Para manter sua família viva, Barry fora forçado a ser cúmplice. Bem diante de meus olhos, Wesker, o perspicaz mestre dos fantoches, sorria triunfante. “Vou te mostrar uma coisa.” Ele usou o terminal de computador para acordar a mais abominável máquina de luta: Tyrant número T-002. Mas havia algo de errado! O gigante, desobedecendo às ordens, afundou suas garras afiadas em Wesker…

Brad Vickers colocou um ponto final à batalha ao jogar um lança-foguetes do helicóptero. Com um único tiro, o corpo do monstro explodiu um pedacinhos. Com a destruição do tirano feroz que matou o homem que o havia criado, a longa investigação finalmente chegava ao fim.

Eu me arrependo de não ter conseguido fazer Wesker pagar por seus crimes, mas pelo menos consegui salvar meus amigos, incluindo Chris. Só sobraram quatro de nós. Enquanto observávamos o complexo de pesquisa ir pelos ares com uma imensa explosão causada pelo dispositivo de autodestruição, nós desfrutávamos do fim de nosso longo pesadelo.


INTERRELAÇÕES

Resumo e adaptação do quadro de interrelações entre os personagens de Resident Evil.

1. QUADRO UMBRELLA:

1.1 Equipe e Funcionários do Complexo de Pesquisa:
– Diretor do Departamento Sanitário.
– Chefe de Segurança do Complexo de Pesquisas.
– Keith Irving, Chefe dos Sistemas Visuais.
– Robert
– Chefe da Segurança.
– Martin Crackhorn: parte da equipe de pesquisas (autor do Researcher’s Will).
– Jon Toleman: autor do file que dava orientações sobre a chave-imitação, escondeu a chave a mando do próprio Ozwell E. Spencer.
– Caseiro, Alias, Scott, Steve, Henry: colegas de carteado.
– Pesquisador que cometeu suicídio (autor do Suicide Note).

1.2 Ozwell E. Spencer:
– Fundador da Umbrella.
– Pediu a Jon para que escondesse a chave-imitação.
– Contratou o arquiteto George Trevor para criar a mansão.
– Superior dos membros da equipe de auxílio às pesquisas.

1.3 Membros da equipe de auxílio às pesquisas:
– S. Ross
– E. Smith
Albert Wesker, que se passava por líder dos S.T.A.R.S.

1.4 Pesquisadores-chefe:
1. William Birkin: ex-chefe de pesquisas da equipe de Arklay.
2. John: substituiu William Birkin na posição de chefe de pesquisas.

1.5 Relações dos funcionários com pessoas de fora:
1. Alma: relacionada ao pesquisador Martin (Crackhorn).
2. Linda: relacionada ao pesquisador que cometeu suicídio, namorada ou esposa.
3. Ada: relacionada ao pesquisador-chefe John.

2. QUADRO S.T.A.R.S.:

2.1 Equipe Alpha composta por:
Albert Wesker, comandante do S.T.A.R.S. e líder da equipe, empregado da Umbrella, chantageou Barry.
Chris Redfield (frente), melhor amigo de Barry.
Barry Burton (apoio), melhor amigo de Chris e chantageado por Wesker.
Joseph Frost (várias funções).
Jill Valentine (segurança da retaguarda).
– Piloto Brad Vickers (segurança da retaguarda).

2.2 Equipe Bravo composta por:
Enrico Marini, vice-comandante dos S.T.A.R.S. e líder da equipe, “conselheiro” de Chris do Alpha.
Kenneth J. Sullivan (frente).
Richard Aiken (apoio).
Forest Speyer (várias funções).
Edward Dewey (segurança da retaguarda).
Rebecca Chambers (segurança da retaguarda), fugiu da base de treinamento executivo da Umbrella com o ex-tenente da Marinha Billy Coen.

2. QUADRO FAMÍLIA TREVOR:

2.2 Membros da Família Trevor:
George Trevor: marido de Jessica e pai de Lisa.
Jessica Trevor: esposa de George e mãe de Lisa.
Lisa Trevor: filha de George e Jessica.

2.3 Destino de cada um:
George Trevor: morreu de debilidade (fome, sede, frio).
Jessica Trevor: morreu ao ser usada como cobaia de experimento.
Lisa Trevor: foi usada como cobaia de experimento, mas permaneceu viva, recebeu o vírus Progenitor.