Livro Traduzido | Resident Evil Archives

PALAVRA-CHAVE #6 – G-VIRUS

O G-Virus foi resultado da criatura parasítica protótipo que se tornaria a base para o projeto Nemesis: o NE-α. Este parasita, que mostrou incrível vitalidade e durabilidade, foi implantado em Lisa Trevor, de onde desapareceu pouco depois de se alojar em seu cérebro. Examinar Lisa após este evento revelou o início do G-Virus. Esta descoberta divergia muito da pesquisa do estabilizado T-Virus, levando William Birkin a ir até a sede da Umbrella e pedir permissão para começar a trabalhar em um projeto do G-Virus, com o qual eles concordaram. Isto foi o que levou à construção do gigantesco laboratório subterrâneo em Raccoon, e o início de um novo vírus desenvolvido sob os olhos atentos de William Birkin.

A maior diferença entre o G-Virus e o T-Virus é que o G-Virus cria um processo evolucionário em seu hospedeiro que eventualmente leva à formas de vida inteiramente novas. O T-Virus apenas causa mutações em uma única geração de organismos, enquanto o G-Virus pode se reproduzir na forma de Organismos G. Em outras palavras, as células G tomadas pelo vírus continuam mudando fundamentalmente, enquanto se alimentando simultaneamente daquele corpo. É assim que os infectados por ele sofrem evolução tão dramática. Além disto, ainda se diz que o G-Virus traz os mortos à vida. Tudo isto leva à inevitável conclusão de que o G-Virus é uma invenção de importância monumental e ainda mais terrível do que o T-Virus.

Contudo, este vírus nunca foi mais desenvolvido, graças à natureza egocêntrica de seu criador, William Birkin. Pensando em vendê-lo para o exército americano, William tinha medo que sua pesquisa fosse roubada por Spencer, e começou a planejar uma maneira de tomar tudo para si mesmo. Ao descobrir isto, a Umbrella mandou uma equipe de suas forças especiais para recuperar o vírus. A situação mudou drasticamente quando William se injetou com o vírus em vez de entregá-lo. William usou seu próprio corpo para demonstrar o que chamava de “evolução pós-humana”.


Antígenos do G-Virus
Sobre a Criação da Vacina do G-Virus

Assim como o T-Virus, uma vacina também existe para o G-Virus. Ela se chama Devil, e ataca as células G em suas defesas mais vulneráveis.

Quando alguém é infectado pelo G-Virus, o embrião pode levar todo o tempo que precisar para se fundir com seu hospedeiro, contanto que o sistema imunológico do corpo não resista. Quando esta fusão é finalizada, a estrutura celular do hospedeiro é trocada inteiramente pela do vírus, e o organismo evolui completamente para um organismo G. Vendo este processo na direção oposta mostra que a oportunidade de usar antígenos G ainda permanece. Contanto que seja administrado nos primeiros estágios de infecção, há bastante tempo para que os anticorpos façam seu trabalho.

O “Devil” exige um método especial de produção, e o primeiro passo é utilizar uma máquina conhecida como Vam. Primeiro, coloque um cartucho para colher a base da vacina. Após o preparo desta base da vacina tiver terminado, coloque-a na máquina de criação da vacina na sala de experimentos do nível P-4. Ative o programa de criação, e o processo começará automaticamente. Após 10 segundos, o processo está completo e a vacina está pronta. Contudo, como a vacina completa é extremamente suscetível a choque ou súbitas mudanças de temperatura, exige-se o maior cuidado em seu manuseamento.