Resident Evil Gaiden

  

Datas de Lançamento:

 

Resident Evil Gaiden - Gameboy Color: 2001 (US)
Resident Evil Gaiden - Gameboy Color: 2002 (JP)

 

 

Sinopse:

 

Resident Evil Gaiden foi um dos jogos menos conhecidos da série, por ser de um console de poucos recursos (o console de mão de 8-Bits, Gameboy Color) e trazer um ritmo bastante repetitivo. Sua história, no entanto, apesar de não fazer parte da trama oficial - seus acontecimentos não entram para a cronologia oficial da série - traz dois dos personagens mais amados de muitos fãs da série: o policial Leon S. Kennedy, de Resident Evil 2 e 4, e Barry Burton, o ex-S.T.A.R.S. expert em armas, que participou do primeiro Resident Evil. Na trama, a dupla faz parte de uma corporação clandestina anti-Umbrella.
 
Todo o desenrolar se passa no cruzeiro de luxo "Starlight", para onde Leon é primeiramente enviado para investigar um acidente que transformou toda a tripulação em zumbis e outras criaturas horrendas, algo bem típico da Umbrella. Enquanto investiga, o rapaz encontra uma sobrevivente no local, uma garota chamada Lucia, que está muito assustada com tudo o que está acontecendo. Estranhamente, Lucia é a única pessoa ainda viva no navio, e Leon entra em apuros quando tenta descobrir o motivo. É aí que Barry é enviado, com o objetivo de resgatar Leon, que deixa de responder aos contatos do quartel general.
 
O que eles não podiam imaginar é que uma espécie de Tyrant, uma monstro horrendo chamado Amoeba, fosse responsável por toda a contaminação. Amoeba é uma criatura de sangue verde, que se integra e desintegra a qualquer momento, assumindo a forma que quiser. Amoeba é a mais nova B.O.W. criada pela Umbrella, que acabou escapando misteriosamente e foi parar nesse cruzeiro, matando todos os passageiros.
 
Apesar dos recursos escassos do Gameboy Color e de sua capacidade gráfica limitada, o jogo tem uma história envolvente e um final surpreendente. O que incomoda um pouco é o fato de todas as salas parecerem iguais, você acaba se sentindo perdido no meio daquele monte de salas iguais, como se estivesse andando em círculos. Outra coisa que incomoda bastante quem joga é a "sonoplastia" do game. As músicas são enjoativas e repetitivas. Na verdade, há, no máximo, cinco músicas de fundo diferentes. Logo de início, você encontra vários manuais e, de tempos em tempos, é avisado de coisas que pode fazer, o que facilita e muito na jogabilidade. De inovador, temos o sistema de uso de coletes, adotado somente neste jogo.
 
Os jogadores também são apresentados a um novo "sistema de combate". Desta vez, não se pode atirar nos zumbis de imediato, é preciso estar perto de um deles para enfrentá-lo. O jogador é, então, transportado para uma tela de batalha, com os inimigos à sua frente. Nesta tela, há o "slot dos personagens", pois você pode estar acompanhado, tendo a ajuda de seu parceiro, e ainda é possível compartilhar itens. No meio da tela, há uma barra e, no meio dela, fica passando uma outra barra, que funciona como uma espécie de mira. Se o monstro estiver no meio da tela, quando a barrinha atingir o centro, você o acertará. Como sempre, o impacto da bala fará mais ou menos efeito, dependendo da distância em que ele estiver, assim como as suas chances de acertá-lo ou não.

 

 

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